Bem-vindos!

Bons amigos, valorosos guerreiros da espada e da magia, nobres bardos e todos aqueles com quem tiver o prazer de cruzar meu caminho nesta valorosa, emocionante e por vezes trágica jornada em que me encontro! É com grande alegria e prazer que lhes dou as boas-vindas, e os convido a lerem e compartilharem comigo as crônicas e canções que tenho registradas em meu cancioneiro e em meu diário...Aqui, contarei histórias sobre valorosos heróis, batalhas épicas e grandes feitos. Este é o espaço para que tais fatos sejam louvados e lembrados como merecem, sendo passados a todas as gerações de homens e mulheres de coração bravo. Juntos cantemos, levando as vozes daqueles que mudaram os seus destinos e trouxeram luz a seus mundos a todos os que quiserem ouvi-las!Eu vos saúdo, nobres aventureiros e irmãos! Que teus nomes sejam lembrados...
(Arte da imagem inicial por André Vazzios)

Astreya Anathar Bhael

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Darakar e Damasca



Boa noite, nobres amigos! Trago-vos esta noite uma bela homenagem mandada a mim por nosso nobre aliado e herói Nubling Erkenwald aos anões de Darakar e o forte Hino Imperial de Damasca.

Que o nobre espírito dos guerreiros anões de Darakar e dos bravos homens de Damasca estejam sempre entre nós, incitando-nos com sua coragem e determinação!



Homenagem aos anões de Darakar e sua frutífera aliança com os gnomos





Hino Imperial de Damasca


O fim das Guerras de Asgard


Nobres companheiros e irmãos de batalha! Como sabeis, é terminada a guerra entre os salões de Valhalla e a Horda. Quero parabenizar a todos os einherjar que lutaram até o último sopro de suas vidas para defender os salões dourados e toda Asgard, e também aos bravos guerreiros que reinvindicaram Midgard e Elgalor com suas vidas. Por eles, trago-vos elegias de tristeza e glória, para lembrar a todos nós que um ideal jamais morre, mas continua nos espíritos de coragem e bravura de cada homem e mulher que assim desejarem!



Braveheart Theme - James Horner



Who wants to live forever - Queen (Trilha sonora de Highlander - infelizmente os vídeos com cenas do filme estavam com o som muito baixo, então, aí está para vós a interpretação de um dos bardos de voz mais bonita de Midgard)


There's no time for us

There's no place for us

What is this thing that builds our dreams

yet slips away from us


Who wants to live forever?

Who wants to live forever....?


There's no chance for us

Its all decided for us

This world has only one sweet moment set aside for us

Who wants to live forever

Who wants to live forever?

Who dares to love forever?

When love must die


But touch my tears with your lips

Touch my wounds with your fingertips

And we can have forever

And we can love forever

Forever is our today

Who wants to live forever?

Who wants to live forever?

Forever is our today


Who waits forever anyway?





terça-feira, 29 de junho de 2010

Into the Wilderness


Boa noite, caros amigos e visitantes. As canções que trago hoje a vós me são muito importantes e nostálgicas, e certamente podem acompanhar vossas aventuras especialmente se elas possuírem uma temática muito específica que acredito que vós todos poderão identificar.


Recentemente, ouvi de um bardo um tanto excêntrico a história da morte fictícia de um dos piores vilões de todo o universo (como gostaria que a história real tivesse sido assim). Qual não foi a minha alegria ao escutar logo na abertura de tal saga uma canção que há tempos não ouvia e da qual praticamente não me lembrava, pois fora cantada para mim apenas em meus tempos idos de infância, quando meu pai (que não possui uma voz tão bela) ainda tinha a coragem de me assobiar algumas canções de ninar... Com lágrimas nos olhos, me relembrei da bela Green leaves of summer, canção que vos trago abaixo acompanhando imagens da interessante história que mencionei...



The Green Leaves of Summer - Nick Perito (esta canção foi originalmente composta para acompanhar a saga "O Álamo", de 1960).


Imediatamente lembrei-me de outra saudosa canção, que acompanhou um grupo de intrépidos aventureiros na saga chamada Wild Arms...



Into the Wilderness - Michiko Naruke


Duas belas canções para acompanhar aventuras no chamado Velho Oeste, ou em qualquer outro lugar ou mundo ...

segunda-feira, 28 de junho de 2010

As Crônicas de Elgalor - Capítulo 6: O Olho de Charoxx


Bravos aventureiros, é com certo atraso - como sabeis, os salões de Odin estão em Guerra - que trago-vos, sob a benção de Odin, o sexto capítulo das crônicas de Elgalor, quando o combate com o temível dragão Charoxx torna-se iminente...


Que os ventos de um destino abençoado estejam sempre convosco, bons companheiros...


As Crônicas de Elgalor - Capítulo 6: O Olho de Charoxx

Tudo aconteceu muito rápido.

Quando a magia de Charoxx, o Destruidor de Mundos, atingiu o grupo de heróis como uma onda de choque, anulando suas proteções mágicas, todos ficaram momentaneamente imobilizados, pela surpresa. Como aventureiros experientes, já estavam prontos para a possibilidade de perecerem enfrentando o dragão, mas naquele momento, sentiram que seria possível tombar antes de sequer chegar perto de seu inimigo.

- Estais com frio, bravos aventureiros? – debochou Charoxx maliciosamente com sua poderosa voz, que ecoava por todo o grande corredor – Ou será medo? Seja como for, tenho algo para esquentar vossos corpos e corações.

Charoxx respirou fundo. Quando soltou o ar, um gigantesco jato de fogo preencheu completamente o corredor, indo velozmente na direção dos heróis.
- Aramil! – gritou Astreya.
- Eu sei, meio-humana! – gritou o mago elfo estendendo seu cajado dourado a frente com a mão direita enquanto fazia gestos sutis com a mão esquerda.
O cajado de Aramil brilhou e uma redoma de energia se formou em volta dos heróis, pouco antes do sopro de fogo de Charoxx atingi-los.
- Quanto tempo sua barreira agüenta, Aramil? – perguntou Oyama.
- Até que o dragão use um raio de desintegração para destruí-la – respondeu Aramil sem a habitual arrogância, pois precisava se concentrar muito para manter a redoma, que era impiedosamente atingida pelo feroz sopro de fogo de Charoxx.
- Temos que ser rápidos – disse Hargor erguendo seu martelo e começando novamente uma oração:
- “Grande Pai e forjador de almas, invoco tua nobre benção para esta batalha. Que uma vez mais nossos espíritos e corpos recebam o vigor das montanhas, e que nossas armas golpeiem como o aço sagrado de tuas Forjas”.

Novamente uma aura prateada envolveu os heróis, que se sentiram mais fortes e vigorosos. Astreya fechou os olhos e se concentrou por um momento. Quando a barda abriu os olhos, estendeu sua mão e começou a conjurar uma magia.
- “Nobres espíritos do plano astral, permitam nossa passagem e nos levem diretamente até nosso destino”
Quando a barda proferiu a última palavra, um pequeno portal apareceu diante de todos, dentro da redoma mágica de Aramil. Neste exato instante, o sopro do dragão inesperadamente cessou.
- Ele vai desintegrar a muralha! – Gritou Aramil
- Passem pelo portal, rápido! – gritou Astreya
- Seu portal vai nos levar para fora, não é? – perguntou Aramil já sabendo a resposta que obteria.
- Não, para dentro – respondeu Astreya um tanto insegura, pois poderia estar levando todos para a morte – temos uma missão a cumprir.
- Sua louca, como você...
Antes que Aramil pudesse concluir seu protesto, Oyama o agarrou e saltou com o mago em direção ao portal.
- Vamos, elfo – disse Oyama nervoso, mas se divertindo com a expressão no rosto de Aramil – ele iria nos achar lá fora mesmo. Agora é matar ou morrer!
- Depressa! – gritou Erol entrando no portal, seguido de Bulma, Hargor e Astreya.

Após atravessarem o portal, todos se viram dentro de uma imensa caverna no interior da montanha, cujo tamanho comportaria seguramente um forte de médio porte. As paredes eram negras, iluminadas por centenas de filetes de lava incandescente. A cerca de vinte metros, deitado e de costas para eles, estava Charoxx, o Dragão Abissal.

Mais uma vez, todos ficaram momentaneamente imóveis. Mesmo estando deitado, já sabiam que aquele era o maior dragão que já encontraram. Suas escamas pareciam tão espessas quanto uma parede de mitral, e eram de cor vermelha levemente enegrecida. Em alguns pontos, elas apresentavam terríveis cicatrizes, comprovando que aquele dragão provavelmente já sobrevivera a muitas batalhas.
- Trouxestes meus presentes, jovens crianças? – perguntou o dragão sem se mover, com uma voz doce e suave, quase como se fosse um amigo de longa data.

Astreya pegou sua harpa e começou a tocá-la de maneira suave. A barda sabia que a voz de um dragão pode enfeitiçar mesmo os mais fortes espíritos, mas sua música poderia anular este efeito, ao menos por algum tempo. Neste momento, todos permaneceram em silêncio, prontos para atacar, mas tensos, esperando alguma armadilha por parte de Charoxx. Se divertindo com a apreensão dos heróis, o grande dragão virou seu pescoço lentamente e pela primeira vez todos puderam ver sua face.

O rosto de Charoxx possuía uma imensa cicatriz próxima ao olho direto, que brilhava como um rubi. Seu outro olho era incandescente como o magma. Suas presas, enormes e disfarçadas em um leve sorriso, poderiam facilmente dilacerar a mais resistente armadura dos anões.
- Bela melodia, barda. Tu cantarás em minha honra por muitas noites – disse o dragão apenas observando os aventureiros – Cheguem mais perto, crianças e deixem no chão meus presentes.

Aramil, mais do que os outros, fitou com atenção o olho esquerdo de Charoxx. Após alguns instantes, o orgulhoso mago sentiu que precisava reunir toda sua força de vontade para não fugir em completo pânico, pois compreendera o que aquele olho representava. Astreya mudou sutilmente o tom da melodia que entoava com sua harpa, e todos os aventureiros sentiram um pulso de coragem e sede de batalha inundarem seus corações.
- Venha pegar seus presentes! – gritou Oyama correndo em direção ao dragão.
- Morte!! – urrou Bulma entrando em seu estado de frenesi guerreiro, correndo ferozmente na direção de Charoxx enquanto seus músculos se expandiam conferindo à bárbara força e vigor quase sobrenaturais.
- Nobres espíritos elementais da água, ouçam meu chamado, e envolvam todos aqui presentes em vosso manto protetor – Disse Aramil se concentrando para conjurar sobre seus aliados a proteção Elemental contra o sopro de fogo do dragão. O mago pretendia conjurar uma proteção Elemental diferente, mas como a anterior fora dissipada por Charoxx, o elfo não tinha escolha.
Hargor e Erol avançaram com as lanças, enquanto Astreya permaneceu para trás, junto à Aramil para oferecer suporte mágico ao grupo.

“Irmãos de armas, companheiros de jornada, que por nossas espadas e lanças
este nefasto dragão sinta o poder de nossa coragem e justiça. Que nossas lanças rasguem e perfurem, e que diante do perigo, nossos corações jamais recuem” – cantou a barda, fortalecendo ainda mais o espírito de luta dos bravos guerreiros.

Subitamente, rápido como um raio, Charoxx se levantou e abriu suas gigantescas asas. Seu corpo inteiro era coberto por terríveis cicatrizes. Ele gargalhou e depois rugiu. Tamanha era a presença e o poder do Dragão abissal, que os heróis sentiram seus corações pararem. Sentiram-se como ratos diante de um tigre feroz.
- Agora, mortais, sabereis por que sou chamado de Destruidor de Mundos – bradou Charoxx em um tom sinistro e imponente.

Contudo, movidos por sua própria coragem de ferro e pela canção de batalha de Astreya, todos continuaram avançando ferozmente. Como Oyama havia dito, agora era matar ou morrer.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Legend of the guardians


Boa noite, nobres amigos e visitantes! Deixo-vos esta noite em minha bola de cristal uma bela história captada pelo amigo gnomo Nubling Erkenwald, honrado aliado dos Salões de Valhalla em sua iminente guerra. Que esta vindoura saga possa demonstrar, como disse o sábio Nubling, "que se alguém tiver um sonho e batalhar duro nele pode torná-lo real, independente da raça".

E que numa dimensão tão pragmática e realista (em sentidos bons e ruins) como Midgard, tal história também possa trazer um pouco mais de fé nos sonhos e em vossos anseios por um mundo que seja mais justo, repleto de sentimentos como companheirismo, honra e lealdade, ao modelo de vossas dimensões fantásticas.



A pedido de mestre Erkenwald, trago-vos também a interessante canção que acompanha o relato desta tocante saga:


Kings and Queens - 30 seconds to Mars

Que os ventos da boa vontade e da coragem sempre vos acompanhem, nobres aventureiros.

Astreya Anathar.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Gates of Dawn


Boa noite, caros amigos! Hoje trago-vos uma bela canção que incluí em meu repertório, de uma dupla de compositores muito apreciada por esta humilde barda: o Secret Garden.


Fionnuala Sherry e Rolf Lovland são dois bardos noruegueses que uniram-se para trazer a todos nós belíssimas composições que abrangem músicas instrumentais e peças cantadas. Frequentemente fazem parceria com cantores, coros e musicistas para melhorar ainda mais suas canções e encantar o mundo com a beleza e suavidade de suas obras.


A canção de minha escolha para apresentar-vos este duo que tanto me agrada chama-se "Gates of Dawn" e conta com a belíssima voz de Karen Matheson e com o coral Anúna.


Que a beleza e serenidade desta canção sempre possam estar convosco, bravos aventureiros!



Gates of Dawn - Secret Garden

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Desde mi cielo - Do meu céu


Boa noite, bons amigos e visitantes! Hoje trago-vos uma bela canção sugerido pelo amigo Jaco Galtran, do blog Contos de RPG.


Primeiramente, apresento-vos um pouco da interessante história do grupo de bardos que a canto. O Mago de Oz é uma grupo espanhol que dedica-se a um estilo deveras curiosos, o folk metal, e nasceu em 1989. Já compuseram canções e albúns baseados em contos como Dom Quixote de La Mancha, nos conflitos religiosos da cidade de Belfast, e mais recentemente dedicam-se a uma trilogia de albuns intitulada "Gaia". Com a temática de Hernan Cortés e a conquista dos espanhóis aos astecas, dele saíram as pérolas "La Costa del Silencio" e "La Rosa de los Vientos", sendo consideradas grandes composições, inclusive no exterior. Para suportar esse álbum, a banda realizou vários concertos na América do Sul, e as composições envolviam dogmas religiosos, a destruição do planeta e a vingança de Gaia (mãe-terra).

A canção que vos trago hoje, no entanto, possui uma temática um tanto diferente. O eu-lírico da canção é um homem que fala dos céus a sua amada, pedindo a ela que não se entristeça mais por sua partida e que volte a se apaixonar e reconstrua sua vida. Sem dúvida, uma interessante perspectiva que nunca havia visto em canção alguma, e que já incluí em meu repertório!


Que os ventos da boa sorte e que a boa música estejam convosco, bons amigos!



Desde mi Cielo - Mago de Oz


Do Meu Céu


Agora que está tudo em silêncio

E que a calma me beija o coração

Quero dizer adeus a você

Porque chegou a horade seguir o caminho sem mim

Há tanto o que viver

Não chores, céu, e volte a se apaixonar

Me encantaria voltar a te ver sorrindo


Mas minha vida

Eu nunca poderei esquecê-la

E só o vento sabe

O que tens sofrido por amar-me

Há tantas coisas

Que nunca te disse em vida

Que és tudo que eu amo

E, agora que já não estou junto a ti,

Cuidarei de você daqui


Eu sei que a culpa aborrece você

E sussurra ao ouvido: "eu poderia ter feito melhor"

Não há nada o que censurar

Já não há demônios no fundo do cristal

E só bebo

Todos os beijos que não te dei


Mas minha vida

Eu nunca poderei esquecê-la

E só o vento sabe

O que tens sofrido por amar-me

Há tantas coisas

Que nunca te disse em vida

Que és tudo que eu amo

E agora que já não estou junto a ti

Vivo cada vez que falas de mim

E morro outra vez se chorar

Já compreendi que devo aproveitar

E sou feliz

Não chores, céu

E volte a apaixonar

Nunca me esqueça

Eu tenho que ir


Mas minha vida

Eu nunca poderei esquecê-la

E só o vento sabe

O que tens sofrido por amar-me

Há tantas coisasque nunca te disse em vida

Que és tudo que eu amo

E agora que já não estou junto a ti


Do meu céu

Eu te envolverei na noite

E te embalarei em seus sonhos

E espantarei todos seus medos

Do meu céu

Te esperarei escrevendo

Não estou só, pois a liberdade e a esperança cuidam de mim

Eu nunca lhe esquecerei.