Já que Odin mencionou Mortal Kombat em seus salões, trago esta noite um momento de descontração... creio que este vídeo e esta canção irão trazer um pouco de nostalgia e animação a vossos dias.FIGHT!
Esta canção nunca falha em me animar.
Já que Odin mencionou Mortal Kombat em seus salões, trago esta noite um momento de descontração... creio que este vídeo e esta canção irão trazer um pouco de nostalgia e animação a vossos dias.
Entre as batalhas da vida, nossos medos e inseguranças, entre a morte, a separação, o sangue e o pranto, há que remanescer algo que faça tudo valer a pena. Por isso, cada vez que canto uma canção, estou ciente de que cada um a interpretará de uma maneira, de acordo com suas experiências, sonhos e desejos de seu âmago... que a canção abaixo possa fazer despertar e vivificar em todos vós aquilo que os motiva a continuar nesta caminhada a que chamamos de vida, caros companheiros...
Já que tantos sentiram falta desta prestimosa canção, não me oponho de forma alguma a deixá-la em meu cancioneiro novamente para vosso deleite, em três versões...
Há tempos tinha o desejo de prestar uma pequena homenagem a este grupo de bardos. De fato, não faz muito tempo que comecei a escutar suas canções, embora este nome já fosse de meu conhecimento desde uma idade mais tenra. Mas assim que ouvi uma de suas canções pela primeira vez, já foi o bastante para que eu não quisesse parar de ouvi-los.
Olá, caros amigos e companheiros! Hoje quero compartilhar convosco ainda mais uma melodia composta especialmente pelo escaldo Howard Shore para a fascinante contenda de O Senhor dos Anéis. Com certeza várias partes deste excelente prólogo irão lembrá-los da narração de Galadriel...
O outrora altivo e nobre elfo agora não passava de um corpo quebrado e banhado em sangue; ele estava queimado, sem um dos braços e com o pescoço visivelmente fraturado. Logo atrás, caminhava lentamente uma pesada e imponente criatura de quase três metros de altura. Suas escamas variavam entre o vermelho sangue e o marrom, sua armadura de batalha era vermelha e negra, como se tivesse sido forjada no próprio inferno. Em sua mão direita, ele carregava uma espada flamejante maior do que o machado de Bulma, e preso ao braço direito, um pesado escudo de metal. Seu corpo e armadura eram marcados por dezenas de cicatrizes, provando que aquele era um guerreiro que já vira muitos campos de batalha.