Bem-vindos!

Bons amigos, valorosos guerreiros da espada e da magia, nobres bardos e todos aqueles com quem tiver o prazer de cruzar meu caminho nesta valorosa, emocionante e por vezes trágica jornada em que me encontro! É com grande alegria e prazer que lhes dou as boas-vindas, e os convido a lerem e compartilharem comigo as crônicas e canções que tenho registradas em meu cancioneiro e em meu diário...Aqui, contarei histórias sobre valorosos heróis, batalhas épicas e grandes feitos. Este é o espaço para que tais fatos sejam louvados e lembrados como merecem, sendo passados a todas as gerações de homens e mulheres de coração bravo. Juntos cantemos, levando as vozes daqueles que mudaram os seus destinos e trouxeram luz a seus mundos a todos os que quiserem ouvi-las!Eu vos saúdo, nobres aventureiros e irmãos! Que teus nomes sejam lembrados...
(Arte da imagem inicial por André Vazzios)

Astreya Anathar Bhael

quarta-feira, 21 de março de 2012

Rurouni Kenshin, o filme


Eu não sei se esse filme será bom, mas que eu quase morri vendo o trailer, isso sim.



Com tanto filme hollywodiano ruim saindo por aí, eu não ligaria de gastar algumas peças de ouro para conferir Kenshin nas telas de cinema!! Warner, faz o favor de passar isso no Brasil!!

sábado, 17 de março de 2012

Feliz dia de São Patrício!


Como meu alter-ego adora música e cultura irlandesas, eu não poderia deixar de desejar um feliz dia de São Patrício a vocês, nobres leitores e ouvintes. Para comemorar a alegria desse dia verde e sortudo, fiquem com a bela Daughter's of Erin, ou "filhas da Irlanda".

Ergamos a nossa cerveja verde na taverna e digamos: Sláinte!*



*saúde em gaélico!

sábado, 10 de março de 2012

Top 5: momentos tristes/dramáticos

Saudações, nobres leitores que ainda passam por aqui. Nesta bela noite de sábado eu venho derrubar um pouco os vossos ânimos com cinco canções que penso serem capazes de levar vossos guerreiros de mesas rpgísticas às lágrimas. Brincadeiras de lado, canções são essenciais para fazer sensações aflorarem. Então, se precisarem narrar algum momento dramático/triste em vossas aventuras, eis minhas sugestões para produzir o clima necessário:

5 - West Across the Ocean Sea - Vangelis - Um pouco melancólica e até mesmo nostálgica, essa canção pode servir a vários propósitos. No entanto, sempre acreditei que ela possui uma lado tristonho. Eis uma obra-prima de Vangelis, diretamente da trilha sonora de 1942 - A conquista do paraíso.



4 - O Haupt Voll Blut und Wunden (St. Matthew Passion) - Bach - Esta canção é absurdamente bela e certamente possui carga dramática. Sem mais, deixo-vos com essa melodia antiga e atemporal.



3 - Gandalf's fall - Quem não se emocionou com essa música e esse momento no clássico "A sociedade do anel" não tem coração! Perfeita para chorar a queda dos companheiros depois de uma difícil batalha...



2 - Lacrimosa - Mozart - existem canções que eu simplesmente não consigo escutar sem chorar ou ficar deprimida por alguns minutos após a experiência. Essa é uma delas. Eu confesso que geralmente não a escuto por causa disso!



1 - Sinfonia No. 7 Opus. 92 : Movimento 2 de Beethoven- Pela força, pela beleza e pela tristeza dos primeiros minutos desse movimento, Beethoven ganhou o primeiro lugar. Considero essa melodia uma das mais tocantes desse compositor estupendo. Sugiro que aumentem o volume, pois infelizmente esta melodia não é uma que se encontre com um bom volume facilmente no oráculo youtube.


Gary Oldman não ficou um ótimo Beethoven?

Por esta noite é o que temos. Agora vou-me, ouvir algo como "Twist and Shout" para me recuperar destas melodias tristonhas...

quarta-feira, 7 de março de 2012

Feliz dia da mulher!

Eis aqui minha pequena homenagem às mulheres em geral, e também às personagens femininas que tanto nos encantam com força, bravura, delicadeza, coragem e, acima de tudo, amor. Não poderia deixar de trazer uma canção, não é mesmo? Hoje trago uma belíssima melodia que infelizmente não foi usada na trilha sonora de O Senhor dos Anéis. Embora o vídeo figure Arwen e Aragorn, a canção é uma melodia de Arwen para seu amado, e foi cantada pela própria Liv Tyler. Eu a achei deveras linda!




Feliz dia das mulheres, nobres aventureiras e corajosas jogadoras de RPG!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Rir é preciso - A Lenda do Herói

Saudações, nobres leitores que ainda passam por aqui. Primeiramente devo me desculpar pela ausência prolongada. Confesso que as ideias andam me escapando e há tempos ando sem inspiração para postar canções neste pobre espaço. Unindo isso à tenebrosa dissertação de meu-alter ego e ao outro blog que temos - O Enigma da Lua - o cenário não anda o melhor para o Cancioneiro.

Isso não significa que abandonarei o blog às moscas! Comprometo-me a postar mais belas canções aqui a partir do mês que vem. Sugestões como sempre são bem-vindas, já que ando sem tantas ideias depois de 200 posts e mais de um ano de postagens no blog. Mas por ora fiquem com um encantador e engraçado vídeo que brinca com os clichês de video-games antigos e ainda de quebra traz uma agradável cançoneta medieval!


A lenda do Herói - Fase 1

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Postagem 200! - As Crônicas de Elgalor Capítulo IX: A caminho do Abismo (Prólogo)


Saudações, nobres visitantes. Sei que a tempos não posto nenhum pergaminho em meu humilde Cancioneiro, mas hão de convencionar que a pausa teve um bom motivo: comemorar a ducentésima postagem com o retorno das Crônicas de Elgalor! Espero que apreciem o prólogo deste novo capítulo, que marca uma nova fase de nossas aventuras... sem mais delongas, deixo-vos com a talentosa pena de Odin!

As Crônicas de Elgalor Capítulo IX: A caminho do Abismo (Prólogo)

Por ODIN.

- Astreya... – disse Evan suavemente – eu sinto muito, mas precisamos...
- Eu sei! – interrompeu a barda de maneira ríspida, mesmo contra a própria vontade.
Evan sabia que estava pedindo demais de Astreya naquele momento. Por conta disso, o paladino optou por dar um pouco mais de tempo para a amiga.
- Estarei lá em baixo com os outros – disse Evan saindo do quarto do rei e fechando a porta.
- Eu vou descer e dizer que você não vai – disse Meliann à Astreya, percebendo que a meio elfa olhava de forma atônita para seu amado que jazia inconsciente na cama – Vou pedir que um grupo de rangers e magos da guerra de Sindhar acompanhem seus amigos em seu lugar.
- Não é preciso, Meliann – disse Astreya retirando um belo punhal dourado de seu cinto.
- Você não quer ir – retrucou a princesa – e ninguém tem direito de obrigá-la ou mesmo de lhe pedir isso.
- Não, eu não quero – disse Astreya cortando uma mecha de seus cabelos negros e cacheados – Mas...
- “Mas...” – disse Meliann.
- Coran já sacrificou muito por conta de seu reino e de seus deveres – respondeu Astreya – por mais que eu queira ficar ao lado dele, teria vergonha de permanecer aqui em segurança enquanto meus amigos enfrentam a morte. Ele jamais deixaria suas responsabilidades sabendo que não poderia fazer nada por mim se a situação fosse o inverso. Preciso honrar o homem que amo...
- Meus soldados farão mais diferença onde seus amigos forem do que você, Astreya – disse Meliann tentando persuadir a meio elfa – Fique com ele!
- Durante minhas viagens – respondeu Astreya enquanto enrolava sua mecha de cabelo em um delicado fio de seda púrpura que amarrava seus cabelos – aprendi que em certas ocasiões, não precisamos ter cem homens, apenas um único homem que seja o homem correto. O Senhor dos Ventos pediu pela presença de meu grupo, e não pelos soldados de Sírhion ou Sindhar. Eu preciso ir.

Dito isso, Astreya colocou a mecha de cabelo dentro da camisa de Coran e deu um suave e carinhoso beijo nos lábios do rei. Meliann sorriu e se retirou do quarto, deixando Astreya e Coran a sós. “Admiro seu amor e sua fé” pensou a princesa de Sindhar ao se retirar.

Astreya deitou a cabeça no peito de Coran e chorou por cerca de dez minutos. Depois, foi até sue próprio quarto, lavou o rosto, vestiu sua cota de malha e seu manto de cor violeta e desceu até o Salão de Guerra de Sírhion.

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O Salão de Guerra de Sírhion era um espaço amplo, de paredes belamente adornadas com mármore, aço e prata. Bandeiras e brasões de clãs élficos estavam espalhados de forma ordenada por todas as paredes e janelas do salão, conferindo a ele um forte ar de imponência e austeridade. No centro, havia uma única mesa redonda feita de carvalho e mármore, com nove assentos exatamente iguais.

Em um dos assentos estava o Senhor dos Ventos, usando um longo manto cor de areia, e seus longos cabelos e barba brancos amarrados com finos anéis de cobres. Do seu lado direito estava Evan, já vestindo sua armadura de batalha azul e prateada. Do lado esquerdo estava o anão Hargor, também equipado com sua armadura de batalha cinzenta. Ao lado de Hargor estava Oyama, completamente suado devido ao treinamento árduo que terminara a pouco tempo atrás. Sentado ao lado do monge estava a bárbara Bulma, que olhava impacientemente para a lâmina de seu enorme machado. Ao lado da meio orc estava Thamior, alto clérigo de Sirhion, usando seus trajes cerimoniais. Distante de todos, estava o mago Aramil, usando seu manto verde esmeralda e seu cajado dourado.
- Porque ela está demorando tanto... – disse Oyama coçando a barba desgrenhada – será que podemos pelo menos pedir para uma elfas trazerem umas cervejas?
- Você não está em uma taverna de cidade de porto, Oyama – disse Aramil já tremendamente irritado com a demora de Astreya e com a falta de modos do monge – Na verdade, por que você não nos espera no estábulo ou no curral? Prometo que lhe compro um barril de cerveja se tirar este seu cheiro maldito de perto do meu nariz.
- Parem com isso vocês dois! - disse Evan – A propósito, onde está Tallin, Aramil?
- Bheleg a convocou – respondeu o mago – Ela faz parte de uma força especial de Sindhar, e aparentemente, Bheleg está reunindo os melhores soldados de sua tropa de elite para uma missão.
- Vou sentir falta dela... – disse Oyama com um leve sorriso.
- Tallin não era nenhum modelo a ser seguido – respondeu Aramil já imaginando o que passava pela mente de Oyama – mas ela só tocaria em uma... criatura como você para livrá-lo de suas poucas peças de prata, monge tolo.
-Tudo bem – gargalhou Oyama – considerando que eu guardo minhas economias no...

- Desculpem o atraso – interrompeu Astreya sem se dar conta da conversa em curso – Saudações, Senhor dos Ventos. Saudações, meus amigos.
- Você chegou em boa hora... – disse Thamior olhando para Oyama e Aramil – como está o rei?
- Adormecido – respondeu a barda ainda abatida ao sentar-se à mesa.

Neste momento, o Senhor dos Ventos curvou sua cabeça por um momento em um gesto de respeito pela situação do rei, e quando viu que Astreya estava prestes a falar algo, interrompeu-a dizendo:
- Farei o possível pelo nobre rei Coran. Prometo que irei descobrir o que está acontecendo com ele e como reverter a situação, dedicada barda. Peço-lhe perdão, mas agora precisamos tratar de outro assunto, pois nosso tempo é curto.
Astreya assentiu com a cabeça, e por alguma razão, as palavras do Senhor dos Ventos lhe trouxeram uma grande paz e alívio, ao menos naquele instante.

- Como sabem – disse o Senhor dos Ventos - o Rei Dragão despertou nas Terras Sombrias, e mesmo sem seu poder total, é uma ameaça tremendamente perigosa para nossos povos. Certamente, a maior que enfrentamos nos últimos 500 anos.
- O que exatamente é o Rei Dragão, Senhor dos Ventos? -perguntou Evan.
- Uma criatura profana, nativa da última camada do inferno – explicou o Senhor dos Ventos – metade arqui-diabo, metade dragão vermelho. Após uma terrível batalha de mais de três dias e três noites, ele havia sido morto por um dragão dourado grande ancião chamado Mycen. Ao final do confronto, Mycen sacrificou sua vida para aprisionar a alma do Rei Dragão nas profundezas do Limbo.
- De alguma forma – continuou o Senhor dos Ventos – talvez, através da intervenção do próprio deus dos orcs, a alma do Rei Dragão despertou e conseguiu se libertar de sua prisão no limbo. Com a ajuda de diversos clérigos negros e dragões que o servem, conseguiu também assumir uma forma material enfraquecida em nosso mundo.
- Se a forma material enfraquecida dele foi capaz de matar o rei Balderk – disse Hargor – precisamos liquidá-lo antes que assuma seu poder total.
- E quanto tempo exatamente temos para isso? – Perguntou Astreya ao Senhor dos Ventos.
- Seis meses no máximo - respondeu o sábio – durante este tempo, ele provavelmente permanecerá em sua fortaleza oculta nas Terras Sombrias, acumulando energia e se recuperando, obviamente protegido por seus servos mais poderosos.
- Porém, - continuou o Senhor dos Ventos - neste meio tempo, ele está reunindo um exército avassalador nas Terras Sombrias, que sob seu estandarte, marchará sobre o reino de Kamaro e em seguida, varrerá toda Elgalor.
- Você não nos chamou aqui para lidar com o exército dele – disse Aramil com frieza na voz – o que exatamente quer de nós desta vez?
- Está certo, nobre Aramil - respondeu o Senhor dos Ventos ignorando o tom arrogante do mago - chamei-os aqui para outra missão. Os grandes reis e generais dos povos livres irão lidar com o exército de orcs, dragões e abominações do Rei Dragão.

- Vocês – disse o Senhor dos Ventos em um tom sério e preocupado enquanto se levantava - empreenderão uma busca muito mais importante. Uma contenda que, sem exagero, definirá o destino de toda nossa existência...

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Canção da noite - Come little children


Quando pequena adorava essa canção do filme "Abracadabra". Certamente se uma bruxa a tivesse cantado para me chamar eu estaria com problemas...


Come little children - Kate Covington

Lembrei-me do RPG "Little Fears" ao ouvir novamente essa música, ao qual o nobre parceiro Fábio dedica um blog, o Pesadelo Inocente. Não são os medos infantis os mais aterradores, de fato?