Saudações, nobres visitantes que porventura ainda visitam esse empoeirado cancioneiro. Gostaria de poder pedir perdão pela minha prolongada ausência trazendo um pergaminho incrível com músicas e textos fenomenais, mas infelizmente não é bem isso que trago nesse dia.
Devo dizer que minha falta de pergaminhos se deve a meu outro blog - O Enigma da Lua - que me consome certo tempo e possui também um assunto um pouco mais, digamos, fértil para postagens. Meu amor pelo Cancioneiro não me deixa abandona-lo, mas me confesso sem ideias ou inspirações muitas vezes. Claro que existem diversas canções, grupos de bardos e bandas que ainda merecem menção, mas existem também na blogosfera várias pessoas que fazem isso muito melhor do que esta humilde barda :). O mestrado de meu alter-ego também tem me consumido forças e até mesmo minha inspiração ou vontade para escrever textos tem ido embora.
MAS, deixemos de choramingos. O oráculo youtube por vezes me presenteia com pérolas de artistas desconhecidos que por meio dele exibem seus trabalhos. Hoje nesse dia frio (ao menos onde me encontro) de domingo quero apresentar-lhes uma canção da artista Heather Dale, que possui uma bela voz e me viciou em uma de suas composições:
Mordred's Lullaby - Heather Dale
Ao que me parece, a letra retrata uma amarga Morgana (irmã do Rei Arthur) que canta ao filho - Mordred - uma canção de ninar repleta de rancor e desejo de vingança. Deveras interessante, e se meu alter-ego tivesse um pouco mais de talento, já teria escrito um conto inspirado nela XD.
Outra canção bastante nostálgica e, digamos... com clima de ruinas-élficas-repletas-de-memórias-e-tristeza, é uma bela versão feita pelo senhor Zpooned de Lothlorien, da barda irlandesa Eithne Ní Bhraonáin, ou Enya :)
Lothlórien - Enya (versão modificada).
Espero que tenham gostado de minhas humildes sugestões e que elas tornem vossos domingos um pouco mais belos, nobres aventureiros!
Bem-vindos!
Bons amigos, valorosos guerreiros da espada e da magia, nobres bardos e todos aqueles com quem tiver o prazer de cruzar meu caminho nesta valorosa, emocionante e por vezes trágica jornada em que me encontro! É com grande alegria e prazer que lhes dou as boas-vindas, e os convido a lerem e compartilharem comigo as crônicas e canções que tenho registradas em meu cancioneiro e em meu diário...Aqui, contarei histórias sobre valorosos heróis, batalhas épicas e grandes feitos. Este é o espaço para que tais fatos sejam louvados e lembrados como merecem, sendo passados a todas as gerações de homens e mulheres de coração bravo. Juntos cantemos, levando as vozes daqueles que mudaram os seus destinos e trouxeram luz a seus mundos a todos os que quiserem ouvi-las!Eu vos saúdo, nobres aventureiros e irmãos! Que teus nomes sejam lembrados...
(Arte da imagem inicial por André Vazzios)
Astreya Anathar Bhael
(Arte da imagem inicial por André Vazzios)
Astreya Anathar Bhael
domingo, 24 de junho de 2012
domingo, 13 de maio de 2012
Canção do dia - Lord of the Rings Medley
Saudações bravos leitores que ainda passam por aqui. Devo me desculpar novamente pela falta de postagens, mas não ficarei a reclamar em vossas cabeças e dar desculpas esfarrapadas. Nesta noite venho trazer um belo medley para aqueles de vós que apreciam a trilha sonora de O Senhor dos Anéis, tocado pela talentosa Lindsey Stirling. Espero que gostem da bela música e das estonteantes paisagens. Curiosamente, as filmagens foram feitas na Nova Zelândia, em locais nos quais foram construídos cenários para os filmes de Peter Jackson (reconhecem a pequena ponte de pedra do condado atravessada por Gandalf nas primeiras cenas de "A sociedade do anel"?).
Lord of the Rings Medley - Lindsey Stirling
Que os ventos da boa música soprem sempre em vossos horizontes, bravos aventureiros!
Lord of the Rings Medley - Lindsey Stirling
Que os ventos da boa música soprem sempre em vossos horizontes, bravos aventureiros!
domingo, 15 de abril de 2012
As Crônicas de Elgalor Capítulo IX: A caminho do Abismo
Depois de muito
As Crônicas de Elgalor Capítulo IX: A caminho do Abismo
Nos salões de Guerra de Sírhion, o Senhor dos Ventos explicou detalhadamente o que os heróis deveriam fazer para que os povos livres tivessem uma chance de impedir o Rei Dragão de subjugar todos os povos de Elgalor.
- O grande Mycen era sábio. – explicou o Senhor dos Ventos – Ele cogitou a possibilidade de servos das trevas liberarem a alma do Rei Dragão. Por conta disto, ordenou que seus seguidores mais poderosos preparassem amuletos mágicos que continham parte de sua própria alma e essência. Após criar os artefatos, os seguidores de Mycen os mantiveram em segurança máxima. Caso o Rei Dragão um dia retornasse, haveria um meio de derrotá-lo.
- E o que houve com estes guardiões? - perguntou Astreya.
- Criaram uma ordem poderosa – respondeu o Senhor dos Ventos – a Ordem da Chama Azul – que atualmente é liderada por um grande arqui-mago do reino de Kamaro, um homem sábio chamado Sahlam.
- Já ouvi falar muito desta ordem e do mago que a lidera – disse Astreya – eles são grandes guardiães de nosso mundo, e possuem membros espalhados por toda Elgalor.
- Se para conseguir os amuletos fosse preciso apenas conversar com o mago – interrompeu Aramil – você não teria nos procurado. O que aconteceu com o tal Sahlam?
- Após um grande ataque de arqui-demônios que destruiu a sede principal da Ordem da Chama Azul, Sahlam simplesmente desapareceu - disse o Senhor dos Ventos com pesar na voz – isso foi há mais de um mês atrás, e apenas recentemente descobri o paradeiro dele.
- E quanto aos amuletos? – perguntou Hargor – estão perdidos?
- Não – respondeu o Senhor dos Ventos – Estou certo de que Sahlam os guardaria em um local menos óbvio, e ainda mais bem protegido.
- E onde ele está agora? – Perguntou Evan.
- No coração do mundo dos demônios – disse o Senhor dos Ventos – na dimensão que nós chamamos de Abismo.
Aramil, Hargor e Astreya já possuíam um conhecimento considerável sobre o local. Não que já tivessem ousado colocar os pés lá, mas seus estudos sobre o assunto lhes renderam informações tenebrosas, e a mera menção do nome aliada à constatação óbvia que eles teriam que se dirigir para lá fez com que os três sentissem um forte calafrio na espinha.
- Hahaha – zombou Aramil - você só pode estar brincando!
- Aramil! – repreendeu Astreya.
- Se ele está lá, não temos escolha alguma – disse Evan – partiremos o quanto antes.
- Fale por você, paladino! – disse Aramil zangado – não há nada além de fogo e morte naquele local, e se o mago realmente estava lá, ou já partiu, ou está morto.
- Se estivesse morto, nós saberíamos – respondeu Hargor – e poderíamos nos comunicar com seu espírito se fosse o caso. Ele provavelmente está sendo mantido preso em algum lugar para evitar justamente isso.
- Sim... – respondeu o Senhor dos Ventos – nas catacumbas subterrâneas de Magtherimoth.
- Magtherimoth é uma lenda – disse Aramil – A suposta Cidadela Comercial dos demônios e lordes Efreets é apenas uma lenda para atrair aventureiros tolos para os mercados de escravos existentes no Abismo.
- A cidadela é real, posso lhe garantir – respondeu o Senhor dos Ventos - Eu mesmo já estive lá uma vez.
- Então, já resolvemos o problema de achar o lugar – disse Hargor – mas as catacumbas...
- O que têm elas, Hargor? – perguntou Oyama.
- Segundo as lendas, existem 666 catacumbas abaixo de Magtherimoth – disse Astreya – e cada catacumba é mais ou menos do tamanho de Sírhion.
- De que tamanho é esta cidade? – perguntou Evan.
- SE ela existir mesmo – disse Aramil aborrecido – as lendas contam que seu tamanho equivale à área das Terras Sombrias.
- E por que seria tão difícil encontrar uma cidade deste tamanho e ver se ela realmente existe? - Perguntou Bulma já cansada de olhar para a lâmina de seu machado.
- Porque o abismo é cerca de 100 vezes maior do que o nosso mundo – Disse Hargor.
- E porque a cidade muda de lugar a cada mês, e é magicamente protegida contra detecções “indesejáveis” - Completou Astreya.
- Eu estou certo de que senti a presença de Sahlam sob as construções de Magtherimoth.
- Bom, então vamos para lá encontrar o mago e terminar logo com isso! – disse Oyama.
- Claro, e depois podemos aproveitar e destruir os Lordes do Inferno também... –ridicularizou Aramil – Vocês estão Loucos!
- É a única forma, Aramil - disse Astreya.
- Esta é uma missão suicida! – retrucou o mago.
- Então fique aqui trocando a fralda das crianças, covarde! – disse Bulma se levantando.
- Hahaha – gargalhou Oyama – Mas tome cuidado porque elas podem morder, Aramil! Talvez fosse melhor você pedir um destacamento de guerreiros para te proteger...
- Bulma, por que você não pega o Oyama e vão ambos para...
- Ele irá conosco! – disse Evan antes que Aramil terminasse o comentário que provavelmente eclodiria em uma pequena guerra naquele local – A rainha Meliann pediu que ele acompanhasse nossa comitiva, e Aramil não irá desonrar seu povo fugindo agora.
- Certamente que não – respondeu Hargor para encerrar o assunto – o que precisamos para sobreviver lá, Senhor dos Ventos?
- Aquela cidade é um dos poucos lugares respiráveis e não diretamente fatais dentro do abismo – Respondeu o sábio - Vocês poderão respirar normalmente, e a menos que deixem a cidade ou as catacumbas abaixo dela, o ambiente hostil do abismo não os afetará... muito.
- Como assim? – perguntou Oyama.
- Aquele local é impregnado de energia maligna, e haverá diversas criaturas ali que tentarão corrompê-los – respondeu o Senhor dos Ventos – vocês devem buscar informações da maneira mais discreta possível, e tentar encontrar Sahlam em menos de 4 dias.
- Por que “4 dias”? – questionou Hargor.
- Porque após isso, a cidade irá se mover novamente, e eu não tenho garantia nenhuma que seria capaz de encontrá-la novamente.
- Então se não sairmos em 4 dias... – disse Oyama.
- Teremos um novo e belo lar pelo resto de nossas vidas – respondeu sarcasticamente Aramil – não que isto será muito tempo, é claro.
- Eu não lhes pediria isto se houvesse outra forma de resolver o problema – disse o Senhor dos Ventos – sejam discretos, e não ofereçam nenhum tipo de pagamento por informações que não seja ouro ou jóias. Dever favores para aquelas criaturas se mostrará fatal, e na pior hora possível.
- E acima de tudo – continuou o sábio – Mantenham distância da bruxa conhecida como Babaiagha.
terça-feira, 3 de abril de 2012
Trilha sonora do dia - The long ride home (James Horner)
Uma bela e nostálgica canção do filme "The Missing", composta por James Horner. Uma película que eu recomendo, apesar de ter me esvaído em lágrimas ao final.
quinta-feira, 29 de março de 2012
Trilha sonora do dia - Chevaliers de Sangreal (Hans Zimmer)
Como estou lendo um livro que envolve mistérios, enigmas e segredos religiosos do autor nacional Tim Marvim, nada melhor do que trazer uma bela música de Hans Zimmer, da trilha sonora de O Código da Vinci:
Espero que se permitam apreciar a beleza dessa composição! Que os ventos da boa música sempre soprem a nosso favor!
Espero que se permitam apreciar a beleza dessa composição! Que os ventos da boa música sempre soprem a nosso favor!
quarta-feira, 21 de março de 2012
Rurouni Kenshin, o filme
Eu não sei se esse filme será bom, mas que eu quase morri vendo o trailer, isso sim.
Com tanto filme hollywodiano ruim saindo por aí, eu não ligaria de gastar algumas peças de ouro para conferir Kenshin nas telas de cinema!! Warner, faz o favor de passar isso no Brasil!!
sábado, 17 de março de 2012
Feliz dia de São Patrício!
Como meu alter-ego adora música e cultura irlandesas, eu não poderia deixar de desejar um feliz dia de São Patrício a vocês, nobres leitores e ouvintes. Para comemorar a alegria desse dia verde e sortudo, fiquem com a bela Daughter's of Erin, ou "filhas da Irlanda".
Ergamos a nossa cerveja verde na taverna e digamos: Sláinte!*
*saúde em gaélico!
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